Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

Camelos: bibliotecas ambulantes

camelo

É notável a capacidade humana de se adaptar ás adversidades e sempre encontar saídas para situações desfavoráveis. Quando nos deparamos com os desafios, é comum que pensemos em soluções para driblar os obstáculos e chegar aos objetivos. São características humanas: a superação e a criatividade.

Muitos são os exemplos que atestam a realidade do que falamos acima. O esquimós inventaram toda uma engenharia própria para suportar o frio intenso do seu habitat. Da mesma forma, os japoneses criam, a cada dia, novas formas de se precaver contra os desastres naturais que tanto os assolam…

O homem se adapta, eis a a realidade. Tanto o é que hoje mesmo, lendo o portal Folha Online, eu tive mais um exemplo: Camelos estão sendo usados pela população do Quênia para levar livros a escolas localizadas em áreas remotas do país. Vejam o vídeo:

 

São soluções critivas para um país, que não dispões de mínimas estruturas, poder contornar os desafios e partir rumo a uma educação, pelo menos, um pouco melhor. Os quenianos, mesmo com toda pobreza do país, ainda mostram que, além de criativos, são persistentes em suas jornadas diárias rumo à dignidade…   

Continuar Lendo

Erro de estratégia

Ladrão rouba, tenta vender á própria vítima e é preso.

Edgard

O feito, que mais parece uma cena de comédia pastelão, foi protagonizado pelo norte-americano Edgar Roderick Pugh (veja a foto), 44 anos, que foi preso na semana passada em New Port Richey, no estado da Flórida (EUA), por ter roubado alguns itens de um caminhão e tentado vendê-los para o proprietário do veículo (isso mesmo, para a própria vítima do crime).

Segundo informações da polícia divulgadas no portal G1, Edgar roubou uma furadeira, um frasco de perfume e alguns cabos.

Pugh acabou preso depois que a polícia comparou o código de identificação da furadeira com o de uma bateria sobressalente que o proprietário guardava no caminhão. O suspeito foi levado para a cadeia com fiança fixada em US$ 15 mil.

Fonte: G1

O roubo, caros amigos, de início bem sucedido, acabou, neste caso, saíndo mais caro que a encomenda…  

Henrique Oliveira

Continuar Lendo

Exagero ou justiça?


etica-trabalho

O comportamento ético no ambiente de trabalho é um requisito para qualquer funcionário, de qualquer empresa que queira oferecer um serviço de qualidade e sólido no mercado. Boa parte dessa “postura ética”, tão prezada nas empresas, vem das atitudes diárias dos funcionários. Ser cortês, justo e honesto nas diversas relações profissionais faz, invariavelmente, com que um funcionário seja bem quisto no local de trabalho. E a empresa, por sua vez, vê com muito maior satisfação o trabalho desenvolvido...
Está certo que as relações de trabalho muitas vezes são desgastantes, envolvem clima competitivo e prazos apertados - circunstâncias que, vez ou outra, provocam explosões. Mas cabe à empresa criar estratégias para detectar e evitar que elas se repitam, como canais específicos para que os funcionários comuniquem o problema. Em nome da transparência, a Schering do Brasil lançou em 2003 um código de conduta. Lá, se a pessoa não se sentir à vontade para conversar com o superior imediato do assediador, recorre ao comitê de ética, que tem representantes de vários setores da empresa e autonomia para encaminhar a questão. A existência de uma instância neutra que acolha a denúncia é um ponto importante. Outro é a apuração imparcial - sem punir o reclamante e escolhendo a solução mais adequada para quem assedia. "Às vezes, o chefe necessita apenas de um treinamento mais cuidadoso", explica Levy. "O pior é quando o assédio ocorre em empresas pequenas e parte do dono. Nesse caso, a saída é procurar outro emprego ou partir para a Justiça", diz o consultor Gutemberg de Macedo.
Fonte: Cláudia
Ou seja, é de suma importância que funcionários e empresa estejam sempre vigilantes no âmbito das ações do seu dia-a-dia. Uma vez que, este fator será crucial no seu bom relacionamento com as pessoas que necessitam dos serviços e/ou produtos oferecidos e, no final das contas, são quem pagam o salário de todos.
 
No entanto, muitas vezes o rigor na punição de atos considerados “antiéticos” no ambiente de trabalho parecem romper a fronteira da coerência e adentrar em verdadeiros exageros. Em outras palavras, muitas vezes as corporações aparentam punir com excessivo rigor alguns atos dos funcionários. Foi, por exemplo, o que aconteceu com o  funcionário de um call center no reino unido. Ele foi punido por comer um pacote de biscoitos de uma colega
Michael Campbell achou que não faria mal avançar no pacote de biscoitos que pertencia à colega Pamela Harrison. Furiosa ao descobrir que os biscoitos haviam sumido, ela checou a gravação e chegou ao culpado – que ela acusou de roubo e por isso foi preso. No início, Campbell negou a acusação, mas diante do juiz acabou confessando sua culpa, dizendo que havia pensado que os biscoitos eram para consumo de toda a equipe do escritório.Através de seu advogado, Pamela Harrison disse que ficou decepcionada ao perceber que um colega de trabalho havia invadido seu espaço pessoal para tirar itens que, embora de pouco valor, a fizeram se sentir insegura.
Apesar de a sanção pelo “furto” parecer justa para alguns, creio que este tipo de punição beira muito ao exagero. É claro que ter uma conduta ética no ambiente de trabalho requer uma vigilância constante, até nos menores atos. Mas, daí a prender uma pessoa por ter comido um pacote de biscoitos vai uma grande distância. Afinal, com uma boa conversa os companheiros de trabalho poderiam ter resolvido o problema sem tanto estardalhaço.

Creio que nesse ponto o que se quis justiça, nada mais foi do que uma ação exagerada…

E vocês, leitores, o que acham?

Continuar Lendo

Os sambas de Mussum

mussum

Qualquer brasileiro que tenha vivido, mesmo que rapidamente, a década de 1980, se lembra com muita vivacidade da figura do comediante Mussum. Conhecido por encarnar com maestria o personagem boêmio e falastrão da série “Os trapalhões”, Antônio Carlos Bernardes Gomes (esse era o nome verdadeiro dele), nasceu no Rio de Janeiro em 7 de abril de 1941 e, realmente, se tornou um ícone da irreverência brasileira. E digo isso não só porque ele era um talentosíssimo comediante. Mas, também e, talvez, principalmente porque ele representava muito bem toda uma geração carioca e brasileira ligada á figura do boêmio, da irreverencia e, claro, do samba.

Sim. O conhecido trapalhão era uma sambista de mão cheia na vida real. Foi líder durante muito tempo de um competente grupo de samba e, junto com estes amigos, compôs e cantou  ótimas músicas.

A geração que tem Mussum como o engraçado cachaceiro do quarteto Trapalhões talvez não conheça o lado cantor do humorista. Sambista de primeira, liderou o grupo Os Originais do Samba nos anos 60 e 70, e mais tarde partiu em carreira solo, que rendeu discos como este auto-intitulado álbum de 1980. Com direito a coro infantil e participação dos colegas de trupe na faixa de abertura “Descobrimento do Brasil”, é um disco de samba redondo, daqueles que animam qualquer churrasco espirituoso, com momentos divertidos como “A vizinha” e a piada de funeral “O saudoso”. Mas Mussum também tinha seus momentos ternos, como na bela “Um amor em cada coração”, de Vinícius de Moraes e Baden Powell, cantada em dueto com Márcia e a emocionante “Terra de Jô”, mistura de cantigas infantis cantada com o coral de crianças.

Fonte: G1

Na verdade, ao assistir os episódios dos trapalhões, creio que o público, no fundo, já soubesse da veia sambista do Mussum. Porém, poucos tiveram a oportunidade de apreciar as boas músicas cantadas pelo nosso inesquecível “cachaceris”.

Pensando nisso, o Incomode-se resolveu resgatar um pouco desse “outro lado” do saudoso humorista. Abaixo, nosso leitor vai poder acompanhar uma amostra da atuação musical que transformou o personagem Mussum num nome respeitado dentre os apreciadores de um bom samba. Vejam:

 
 
 

Mussum morreu no dia 29 de julho de 1994 vítima do alcoolismo que tanto cantou em suas músicas. No entanto, até hoje, é reconhecido com um dos maiores humoristas da história do nosso país…

Henrique Oliveira

Continuar Lendo

Será que vai fazer bem?

Uso indiscriminado de medicamentos pode trazer graves riscos à saúde.

clip_image002

O uso indiscriminado de medicamentos é algo extremamente perigoso e bastante comum no nosso país. Como todo mundo sabe, é comum encontrar pessoas que tomam sem nenhuma necessidade aquela “pilulazinha” para dormir, para se sentir bem, não sabendo o perigo que esta ação pode estar causando. Vejam:

Uma questão é muito importante ressaltar: balconistas ou donos farmácia (claro que há exceções) pensam somente no lucro adquirido na venda imediata de determinada droga. E esse fato tem que ser repensado para que se faça algo em prol do próximo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, no mundo, mais da metade de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos inapropriadamente e que metade dos pacientes não os usam corretamente. Portanto, é gasto muito dinheiro que, ao invés de benefícios, pode trazer gravíssimos riscos à saúde.

Fonte: SPPT

No Brasil existe a portaria 3.916/98 do Ministério da Saúde que dispõe sobre o Uso Racional de Medicamentos (URM) que compreende a “prescrição apropriada; a disponibilidade oportuna e a preços acessíveis; a dispensação em condições adequadas; e o conjunto de doses indicadas, nos intervalos definidos e no período de tempo indicado de medicamentos eficazes, seguros e de qualidade.”

No entanto, sabendo como funcionam as coisas no nosso país, é muito complicado que vejamos estas regrinhas sendo seguidas, não é? Porém, queridos leitores, fica a ideia lançada: devemos fazer o certo ou abraçar mais uma vez o erro?

Ricardo Durães

* Mais informações:

 http://www.sppt.org.br/wp/?p=162

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1141

Continuar Lendo

Concurso inusitado

A criatividade humana é mesmo sem limites: hoje, ao navegar pela internet, me deparei com um concurso deveras inusitado vem que vem chamando a atenção nos Estados Unidos. Trata-se de uma disputa para escolher a melhor escultura feita com fita adesiva. Isso mesmo. Os artistas serão avaliados pela sua habilidade e inventividade na hora de trabalhar com o material, antes visto por nós como mero utensílio de uso doméstico…

Segundo notícia publicada pelo Portal Terra:

Mais de 75 esculturas foram submetidas e diferentes formas foram criadas, como uma bateria completa, um capacete romano e uma água-viva. […] Somente americanos com idade acima de 16 anos puderam inscrever suas obras. O vencedor do concurso deverá ser anunciado no dia 30 de abril. O Scotch Off the Roll Tape Sculpture Contest [nome do concurso] foi criado e organizado pela empresa 3M.

Vejam as fotos:

esculturas_fita_1 A água-viva é uma das esculturas que mais chamam a atenção - Crédito: Terra

esculturas_fita_2 Aqui vemos um carteiro… Crédito: Terra

esculturas_fita_3Uma bateria completa também foi criada - Crédito: Terra

esculturas_fita_4 O capacete romano também impressiona - Crédito: Terra

É claro que por detrás dessa criativa ideia, está a vontade da empresa 3M de promover o seu produto. Porém, não vai ser por isso que nós vamos deixar de apreciar o trabalho dos jovens artistas, que, no mínimo, é muito interessante.

O vencedor do concurso vai embolsar um prêmio de 5.000 dólares… Bom, não?

Henrique Oliveira

* Quer ver mais imagens? então visite o sitye oficial do concurso. Clique aqui.

Continuar Lendo

Chuva de sapos

Carataz magnolia-sapos

No filme Magnólia (1999), do diretor Paul Thomas Anderson  e estrelado pelo ator Tom Cruise, uma cena chama bastante a atenção no desenrolar das histórias dos personagens: num certo momento, durante uma passagem importante do enredo, começa a chover sapos. Isso mesmo, milhares de sapos caem do céu como se foessem gotas de água em uma tempestade, numa das cenas de cinema mais marcantes que eu já vi nos últimos tempos. Confiram:

Parece até uma criação surrealista de Luis Buñuel. Uma daquelas liberdades poéticas em que o autor se permite uma intensa “autonomia” na hora de trabalhar  com os símbolos conformadores daquilo que chamamos de real ou de imaginário. E, no filme, com certeza, é isso mesmo: o que vemos com essa “chuva de sapos” nada mais é do que uma cena  compositora da liberdade artística de uma obra, e não uma retratação de um fenômeno.

Porém, por mais incrível que possa parecer, as chuvas de rãs, sapos e outros pequenos animais existem! São bastante raras, mas existem. A informação, bastante curiosa, é do Portal Terra: 

A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade. Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".

Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.

Fonte: Terra

Ou seja, a cena marcante do filme Magnólia, mesmo sendo uma criação da composição artística, representa sim um fenômeno real. Claro que, nos dois casos, devemos fazer as devidas diferenciações e, nunca, nunca mesmo, deixar que o fenômeno acabe com a  beleza da arte. Porém, fica a notícia, que é inegavelmente interessante.

Henrique  Oliveira

Continuar Lendo

Xampu em pó

xampus

Com o acirramento da concorrência e, principalmente, com as novas e cada vez mais presentes necessidades do consumidor, muita empresas estão trabalhando duro para modificar seus produtos e suas estratégias de marketing. A todo o momento, vemos as grandes indústrias gerando inovações e reformulações em suas estratégias de venda e divulgação. Com o advento do século XXI, uma das mais crescentes exigências do mercado (para a nossa sorte) é, justamente, a consciência ambiental das coorporações. De forma mais incisiva e presente, os consumidores apontam para uma tendência de consumo que previlegia os produtos chamados de “ecologicamente corretos”.

Em vista disso, muitas empresas de grande porte vêm tomando medidas inovadoras e até surpreendentes na modificação de suas mercadorias. A empresa Natura é um exemplo. Há cerca de dois anos, o grupo vem estudando a criação de uma linha completa em formato de pó – isso mesmo, de pó! Pelos planos da companhia, Xampus, condicionadores e cremes dessa futura linha seriam entregues aos consumidores em pequenos pacotes contendo um pó que, uma vez adicionado numa certa quantidade de água, transformaria-se num cosmético com a mesma qualidade dos tradicionais.

Em vez de esparramar o líquido na mão para, em seguida, passar na cabeça, você teria de abrir um pequeno sache (ao estilo de sucos como o Tang), despejar num recipiente, adicionar água, dissolver e só então aplicar. E qual a vantagem do trabalho extra? A inovação significaria reduzir drasticamente o uso de embalagens plásticas feitas de petróleo – um recurso não renovável – que acomodam os produtos. Por ser concentrado, o cosmético usaria menos água na sua fabricação. Sem falar na diminuição de emissões de gases poluentes no transporte. Uma caixa que acomoda hoje dez tubos com quase meio litro de xampu cada levaria centenas de saches com o pó – o que faz cair o número de viagens e, consequentemente, o uso de combustível. “O novo produto teria, em média, só 10% do peso do original”, diz Daniel Gonzaga, diretor de Pesquisa e Tecnologia da Natura.

Fonte: Blog do Planeta

A Natura é, pois, um exemplo de que o consumo e a atitude empresarial podem sim serem transformados em benefício do nosso meio ambiente. Basta que nos conscientizemos do nosso papel, que as empresas,  ávidas por vender mais e mais, adequarão seus métodos e suas linhas de produtos á nova realidade que se faz necessária. `

Para se ter uma ideia da nossa importância, enquanto consumidores, para a proliferação desses produtos, a Natura só não lançou a sua nova linha por um simples motivo: ela ainda tem medo que as novidades não sejam bem aceitas. Em outras palavras, ela ainda não tem certeza se estaremos dispostos a pagar um pouco mais por produtos “ecologicamente corretos”…

Henrique Oliveira

Continuar Lendo

Acrobatas mirins

Navegando pela Web descobri estes bebês gênios (rs):



Como vocês puderam perceber, o vídeo é estrangeiro e se trata de um comercial da água "Evian". Realmente é impressionante o que hoje se consegue fazer com um pouco de efeitos especiais.

E aí, o que acharam do vídeo?

Continuar Lendo

Vídeos curiosos

A internet está cheia de coisas curiosas e engraçadas. Vejam esses vídeos que andam circulando pela Rede:

1)Esse rapaz aprenta ter uma incrível habilidade com bolinhas de ping pong. Será possível?



2) O bebê não gostou muito do sabor do limão:



3)Possuído? Garoto tem uma copiosa crise histérica:



O mundo é realmente incrível!
Continuar Lendo