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Apocalypse now em game?

Apocalypse Now

Tido como uma dos melhores filmes de guerra do cinema americano e, para muitos (inclusive para mim), a melhor releitura da guerra do Vietnã, o filme Apocalypse Now (1979) do diretor Francis Ford Coppola parece estar prestes a virar um game.

A empresa responsável pela conversão seria a Killspace Entertainment, que, segundo alguns especialistas, já está trabalhando duro no novo projeto. Apesar de a empresa não ter confirmado nada ainda, as evidências já parecem suficientes para acreditarmos que personagens marcantes, como tenente-coronel transloucado Bill Kilgore (vivido por Robert Durval) ou o coronel Lucas (Harrison Ford), irão sair das telas de cinema para entreter um público que não para de crescer em todo o mundo: o dos viciados em jogos de computador.

Segundo a revista Wired, por meio do seu site e da divulgagação da Folha on line, o registro de um domínio reforçaria os rumores de que o game estaria sendo preparado…

O fãs do filme e também os apaixonados por games, com certeza esperarão anciosos pela novidade. Mas, será que vai mesmo sair?

Henrique Oliveira

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Erro de estratégia

Ladrão rouba, tenta vender á própria vítima e é preso.

Edgard

O feito, que mais parece uma cena de comédia pastelão, foi protagonizado pelo norte-americano Edgar Roderick Pugh (veja a foto), 44 anos, que foi preso na semana passada em New Port Richey, no estado da Flórida (EUA), por ter roubado alguns itens de um caminhão e tentado vendê-los para o proprietário do veículo (isso mesmo, para a própria vítima do crime).

Segundo informações da polícia divulgadas no portal G1, Edgar roubou uma furadeira, um frasco de perfume e alguns cabos.

Pugh acabou preso depois que a polícia comparou o código de identificação da furadeira com o de uma bateria sobressalente que o proprietário guardava no caminhão. O suspeito foi levado para a cadeia com fiança fixada em US$ 15 mil.

Fonte: G1

O roubo, caros amigos, de início bem sucedido, acabou, neste caso, saíndo mais caro que a encomenda…  

Henrique Oliveira

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O perdão pelo divórcio

divorcio 

O matrimônio é a união de dois mundos opostos

Com galáxias diferentes, com formas desiguais,

Controlados por forças antagônicas

Que se atraem pela necessidade mútua

De elementos próprios de cada um desses mundos.

É a permuta constante desses elementos

Que garante a harmonia e a sobrevivência

Desse universo chamado casamento.

Homem e mulher se encontram,

Constroem sonhos e erguem sua morada

Nos terrenos do amor.

Mas os ventos nem sempre são serenos.

Às vezes, arrancam flores

E outras sementes começam a germinar

Pelos canteiros da casa.

Dois mundos em guerra medindo forças que antes se completavam.

É preciso fechar os olhos e enxergar os primeiros jardins,

As primeiras flores...

De onde vinham as sementes?

Talvez ainda existam algumas delas guardadas num lugar seguro.

É hora de arrancar as flores murchas com todos os seus espinhos,

Trabalhar novamente o terreno e plantar novas flores.

Quem sabe assim não renasçam os sentimentos

Soterrados na rotina da convivência,

Perdidos nas inúmeras tempestades?

Mas...

Quando a presença do outro nos provoca irritabilidade,

Quando os olhos disparam impropérios que estremecem até a alma

Quando o respeito já tem suas bases corroídas pela acidez das palavras

E elas escorrem nos lábios como o veneno de uma víbora,

Quando o desejo torna-se aversão...

O casamento já acabou.

Viver numa atmosfera de discórdia

É abrir as portas para que entrem todos os demônios

Que habitam os esgotos do ódio.

Romper o laço conjugal pode ser a única forma de recuperar a ternura,

De olhar o outro com respeito, de não odiá-lo.

É possível desenvolver uma outra espécie de amor

Quando o rancor não teve tempo de construir seu ninho em nosso coração,

Quando a mágoa se limita à fugacidade das circunstâncias.

A distância age como um remédio em nossas feridas,

porém, de nada vale esse distanciamento

Se insistirmos em continuar mergulhados

No lodo escuro do ressentimento.

Desejar o mal ao outro é, sem dúvida, alicerçar a própria infelicidade.

Ninguém encontra paz na revolta, na mágoa ou na vingança,

Ela nasce da nobreza dos sentimentos, da humildade, da consciência tranqüila.

Não há separação sem dor,

O fim de um casamento é sempre muito difícil,

Mas, quando a convivência torna-se um campo de conflitos

E o amor deixa de ser a razão da união entre um homem e uma mulher,

Suas almas já se divorciaram

E a separação é a condição imprescindível para o perdão.

 

Bernadete barreto

Estas e outras reflexões da Bernadete Barreto são publicadas semanalmente no Incomode-se. Não deixem de acompanhar!

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Chuva de sapos

Carataz magnolia-sapos

No filme Magnólia (1999), do diretor Paul Thomas Anderson  e estrelado pelo ator Tom Cruise, uma cena chama bastante a atenção no desenrolar das histórias dos personagens: num certo momento, durante uma passagem importante do enredo, começa a chover sapos. Isso mesmo, milhares de sapos caem do céu como se foessem gotas de água em uma tempestade, numa das cenas de cinema mais marcantes que eu já vi nos últimos tempos. Confiram:

Parece até uma criação surrealista de Luis Buñuel. Uma daquelas liberdades poéticas em que o autor se permite uma intensa “autonomia” na hora de trabalhar  com os símbolos conformadores daquilo que chamamos de real ou de imaginário. E, no filme, com certeza, é isso mesmo: o que vemos com essa “chuva de sapos” nada mais é do que uma cena  compositora da liberdade artística de uma obra, e não uma retratação de um fenômeno.

Porém, por mais incrível que possa parecer, as chuvas de rãs, sapos e outros pequenos animais existem! São bastante raras, mas existem. A informação, bastante curiosa, é do Portal Terra: 

A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade. Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".

Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.

Fonte: Terra

Ou seja, a cena marcante do filme Magnólia, mesmo sendo uma criação da composição artística, representa sim um fenômeno real. Claro que, nos dois casos, devemos fazer as devidas diferenciações e, nunca, nunca mesmo, deixar que o fenômeno acabe com a  beleza da arte. Porém, fica a notícia, que é inegavelmente interessante.

Henrique  Oliveira

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Xampu em pó

xampus

Com o acirramento da concorrência e, principalmente, com as novas e cada vez mais presentes necessidades do consumidor, muita empresas estão trabalhando duro para modificar seus produtos e suas estratégias de marketing. A todo o momento, vemos as grandes indústrias gerando inovações e reformulações em suas estratégias de venda e divulgação. Com o advento do século XXI, uma das mais crescentes exigências do mercado (para a nossa sorte) é, justamente, a consciência ambiental das coorporações. De forma mais incisiva e presente, os consumidores apontam para uma tendência de consumo que previlegia os produtos chamados de “ecologicamente corretos”.

Em vista disso, muitas empresas de grande porte vêm tomando medidas inovadoras e até surpreendentes na modificação de suas mercadorias. A empresa Natura é um exemplo. Há cerca de dois anos, o grupo vem estudando a criação de uma linha completa em formato de pó – isso mesmo, de pó! Pelos planos da companhia, Xampus, condicionadores e cremes dessa futura linha seriam entregues aos consumidores em pequenos pacotes contendo um pó que, uma vez adicionado numa certa quantidade de água, transformaria-se num cosmético com a mesma qualidade dos tradicionais.

Em vez de esparramar o líquido na mão para, em seguida, passar na cabeça, você teria de abrir um pequeno sache (ao estilo de sucos como o Tang), despejar num recipiente, adicionar água, dissolver e só então aplicar. E qual a vantagem do trabalho extra? A inovação significaria reduzir drasticamente o uso de embalagens plásticas feitas de petróleo – um recurso não renovável – que acomodam os produtos. Por ser concentrado, o cosmético usaria menos água na sua fabricação. Sem falar na diminuição de emissões de gases poluentes no transporte. Uma caixa que acomoda hoje dez tubos com quase meio litro de xampu cada levaria centenas de saches com o pó – o que faz cair o número de viagens e, consequentemente, o uso de combustível. “O novo produto teria, em média, só 10% do peso do original”, diz Daniel Gonzaga, diretor de Pesquisa e Tecnologia da Natura.

Fonte: Blog do Planeta

A Natura é, pois, um exemplo de que o consumo e a atitude empresarial podem sim serem transformados em benefício do nosso meio ambiente. Basta que nos conscientizemos do nosso papel, que as empresas,  ávidas por vender mais e mais, adequarão seus métodos e suas linhas de produtos á nova realidade que se faz necessária. `

Para se ter uma ideia da nossa importância, enquanto consumidores, para a proliferação desses produtos, a Natura só não lançou a sua nova linha por um simples motivo: ela ainda tem medo que as novidades não sejam bem aceitas. Em outras palavras, ela ainda não tem certeza se estaremos dispostos a pagar um pouco mais por produtos “ecologicamente corretos”…

Henrique Oliveira

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Quer encontrar um ET?

extraterrestres_azul O encontro com os ET’s sempre povoou o imaginário da humanidade. Será que agora é possivel?


Acho que todo mundo, em algum dia, pensou: será que estamos mesmo sozinhos no universo? É até uma questão filosófica. Afinal, todo o entendimento de humanidade mudaria se descobrissemos vida inteligente fora da terra. Não seríamos mais tão onipotentes quanto achamos que somos. Estaríamos mais imersos em incertezas e inseguranças: “E se eles nos tacarem?”; “E se eles quiserem destruir a terra?”…

Muito mais do que uma fábula de Orson Welles, o descobrimento de vida fora da terra, se possível, está cada vez mais perto. Pelo menos é o que afirma Martin Rees, o principal astrônomo britânico e presidente da Royal Society, a academia de ciências da Grã-Bretanha. Segundo o cientista, com o avanço tecnológico que a humanidade tem alcançado, se torna cada vez maior a chance de que a busca pelos extraterrestres tenha resultados positivos. "A tecnologia avançou tanto que pela primeira vez nós podemos realmente ter a esperança realista de detectar planetas não maiores do que a Terra orbitando outras estrelas. Poderemos saber se eles têm continentes e oceanos, descobrir que tipo de atmosfera têm. Apesar de ser um longo passo para sermos capaz de descobrir sobre qualquer forma de vida nesses planetas, é um progresso tremendo ser capaz de ter algum tipo de imagem de outro planeta, semelhante à Terra, orbitando outra estrela", observa Rees (Fonte: www.estadao.com.br).

Ou seja, segundo o cientista britânico (que há mais de uma década vasculha sem sucesso o infinito em busca de mensagens sonoras extraterrestres), se quisermos encontrar vida fora da terra, mais do que nunca, a hora é essa…


E você, o que acha? Existe mesmo vida inteligente fora da terra?
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Migux, a rede das crianças

Migux No Migux as crianças entram em contato através de ferramentas educativas – A ideia pegou.

Cada vez mais cedo aprendemos a nos acostumar com a vida tecnológica e, claro, com a internet. Hoje em dia as craanças não querem mais saber de ficar de fora da “vida conectada’. Em quase todas as classes sociais, se observarmos um pouco, existe (e muito) a vontade dos pequenos de imergir na convivência da chamada realidade virtual – que, de tão presente, já se faz concreta e, porque não dizer, “palpável”.

Não são poucos os perfis de crianças no Orkut. 12, 11, 10, 9 anos... Não existe mais limite para se iniciar nas ditas redes sociais. Basta ter um computador conectado em casa, e pronto! A molecada, quando menos se espera, já está conhecendo e entrando em contato com gente do mundo inteiro.

Isso parece ótimo. Afinal, nossos filhos estão evoluindo mais rápido que nós…

O problema é que as crianças, ainda imaturas, não dispõem das “defesas” necessárias ao convívio nas redes sociais da internet. Tanto é, que estamos cansados de assitir na mídia a casos de pedofilia que se iniciam por um contato no orkut, por exemplo. Em outras palavras, as crianças estão tendo um contato rápido e livre demais com a Rede. E é isso que vem gerando problemas.

Pensando nisso, a empresária Anna Valenzuela (confira aqui uma entrevista com ela) criou a rede social infantil “Migux”. Segundo consta na própria página da rede, o Migux:

“é uma plataforma virtual de socialização infantil que tem como objetivo permitir que as crianças utilizem todas as funcionalidades e ferramentas interativas que elas já adoram, mas que hoje raramente são encontradas em ambientes lúdicos e educativos. […]  O Migux é um ambiente imersivo onde, por meio de avatares e em situações multi-usuários, as crianças podem criar sua página pessoal (em forma de casinha personalizável), se comunicar com seus amigos individual ou coletivamente, deixar recados nos murais da sua rede pessoal, escrever mensagens pessoais, colecionar objetos, jogar e fazer várias atividades educativas e, principalmente, muito divertidas”.

O migux é uma rede segura. Pois, além de não permitir o acesso de pessoas maiores de 12 anos, registra todas as conversas veiculadas. Ou seja, as crianças não correm o risco (ou, pelo menos, tem esse risco muito diminuído) de se relacionar com pessoas mal intencionadas…

Acima de tudo isso, a Rede é também um sucesso. Já conta com mais 2 milhões de crianças cadastradas e promete vida longa…  Por isso, vale a pena conhecer.
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Toca Raul!!!

Relembrando a irreverência eo talento do grande Raulzito, o Incomode-se, hoje presta uma homenagem de fã ao Maluco Beleza.

No vídeo abaixo ele e Wanderléiam fazem um pot-pourri de marchinhas. Isso mesmo, marchinhas!




Raul seixas é considerado até hoje como um dos pais do rock nacional. Em sua lista de sucessos encontram-se, dentre outras, músicas inesquecíveis como Gita, Metamorfose ambulante, SOS e tente outra vez.

Além de grande roqueiro, Raul, como vimos no vídeo, era extremamente performático. O que conferia aos seus shows uma teatralidade única e imcomparável...

Raul morreu em 21 de agosto de 1989, aos 44 anos, vitima de parada cardíaca ocasionada por uma pancreatite aguda decorrente, por sua vez, do alcoolismo do cantor. Depois de quase 20 anos de sua morte, porém, a gente ainda continua "tocando Raul"!
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O efeito velório

Com certeza vocês já perceberam isso: um cantor, famoso em outras épocas, está com sua carreira decadente. Apesar de ter fama reconhecida e reputação no mercado musical, o cantor não consegue mais emplacar nenhum sucesso como antigamente. Nada funciona: shows beneficentes, aparições bombásticas, mudanças de estilo, filmes caseiros vazados na internet... Nada.

A impressa, inclusive, já tinha, previamente, "enterrado" o ex-número 1. Quando o "mito" consegue uma vaguinha no noticiário não é por seu novo disco (que a crítica detestou...) e sim por causa de algum escândalo pessoal alimentador do mais diversos fetiches escondidos das pessoas da audiência...

A fama já não é mais a mesma, a ex-celebridade, o ex-número 1, o ex-fenômeno de vendas parece estar acabado, se entregando á depressão, às drogas e ao ostracismo.... E assim é até que, como uma revolução, começamos a colocar nosso lado mórbido e caridoso em ação: basta que o cantor morra para seus discos e músicas voltem às paradas de sucesso.

Até hoje eu não entendo porque a morte do cantor nos leva a buscar aquelas velhas músicas que já ouvimos milhares vezes. Será que a morte dá um tempero novo à nossa percepção do artista? Será que somos guiados por uma espécie de compaixão automática que nos leva a comprar os discos do falecido por pena? Será? Eu, sinceramente, não sei. Mas, o fato é que isso acontece, e muito.

O último falecido famoso que fez valer esse “efeito velório” no mundo musical foi o cantor Michael Jackson: vindo de uma carreira que já se encontrava agonizante, o cantor americano teve a venda dos seus discos alavancada pela notícia de sua morte. Há três semanas, o cantor está ocupando o topo das paradas de sucesso inglesas. Conforme publicado pelo Estadão, o Rei do Pop “segue no topo da parada britânica de álbuns pela terceira semana consecutiva, informou a Official Charts Company neste domingo. [...] O álbum The Essential, com os maiores sucessos de Jackson, é o primeiro colocado na lista dos mais vendidos pela segunda semana seguida. Na primeira semana logo após a morte do cantor, o CD mais vendido foi Number Ones. [...] Os álbuns de Jackson venderam, juntos, quase 600 mil cópias na Grã-Bretanha, na semana passada. Desde a morte do cantor, no último dia 25 de junho, o número de álbuns e singles vendidos chega a 1,5 milhão”.

Ou seja, a morte causa, realmente, um efeito curioso no “bicho homem”: tende-se a se solidarizar com o sofrimento do morto, esquecer suas falhas, “perdoar” seus erros antes imperdoáveis e, claro, retomar as antigas lembranças de bons momentos com a falecido... No mundo da música esses sentimentos se revertem em vendas de discos e retornos triunfais de “imagens” desgastadas. As pessoas parecem se lembrar, de uma hora para outra, que gostavam daquela obra esquecida e, por isso, correm para comprar ou desencavar as jóias do artista que, antigamente, foi um grande sucesso. Todo mundo volta a gostar da ex-celebridade e, ela, depois de morta, volta a fazer um estrondoso sucesso.
Michael Jackson é a prova de que uma morte bem "arquitetada" pode vender muitos albuns...

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Quem copiou quem?

Não é só na blogosfera que vemos o plágio se espalhando sem limites e na maior "cara de pau". No mundo da música muitas foram as acusações de plágio envolvendo grandes e famosos artistas. Nos últimos tempos, o acaso que mais vem chamando atenção é o da banda Coldplay, um dos grupos que mais fatura no mundo. Depois de ter lançado seu novo álbum, a banda vem colecionando diferentes acusações de plágio por causa da canção “Viva la vida” que intitula seu trabalho.

Já são quatro acusações envolvendo a música: a primeira foi feita pelo grupo Creaky Boards, uma banda norte-americana. O grupo estadunidense afirma que uma de suas músicas, a The Songs I Didn't Write, é muito “parecida” o single dos ingleses. O Creaky boards, inclusive, postou um vídeo no YouTube fazendo a comparação das músicas. Segundo o Creaky Boards, o Chris Martin, líder do Coldplay teria assistido algumas de suas apresentações e “roubado” a canção.

Só que a confusão não para por aí: tempos depois o guitarrista Joe Satriani veio a acusar o Coldplay por plágio na mesma música. Segundo o músico a “Viva la vida” teria sido copiada da sua canção If I Could Fly. O pior é que as música são muito parecidas mesmo, vejam:



Mais tarde, a cantora francesa Alizée alegou que os ingleses teriam tirado boa parte de sua “inspiração” da sua música J'en Ai Marre – Inclusive essa era a música mais antiga que, até então, estava envolvida no caso de plágio envolvendo o Coldplay. Muitos, inclusive, afirmaram na época que o plágio original teria partido dessa canção francesa. Todas as outras teriam sido copiadas desta primeira, vejam:



Mas, o último (e, talvez, o mais forte) golpe em “Viva La vida”, porém, veio do cantor Cat Stevens, que acusa o Coldplay de ter copiado a música de sua Foreigner Suite. "Há muita gente dizendo que o Coldplay roubou essa melodia do Joe Satriani. Mas se você ouvir bem, ela é minha. É de Foreigner Suite, de 1973", afirmou Stevens (atualmente conhecido, após sua conversão ao islamismo, como Yusuf Aslam) em entrevista ao jornal The Sun (fonte: http://musica.terra.com.br/ ).



O fato é que, se houve plágio, não sabemos ao certo quem copiou de quem a melodia de Viva La vida. O que sabemos é que nesse mundo da música quatro coincidências em quatro regravações diferentes não acontecem assim, do nada (não acreditamos em guinomos)! O mais provável é que estejamos diante de um surpreendente caso de plágio coletivo e progressivo: “X” copiou de “y” que copiou "W" que copiou de “Z”. Afinal no mundo da música o plágio não é tão raro assim...

Conheça, por exemplo, estes outros casos famosos:

- Jorge Ben Jor x Rod Stewart:

Rod teria usado oito compassos de Taj Mahal na famosa música Do Ya Think Im Sexy.

-Bon Jovi:

Acusado por Samuel Bartley Steele, Bom Jovi teria a letra de Man I Really Love This Team para compor a canção I Love This Town. Steele, da banda The Chelasea City Council, está pedindo 400 bilhões de dólares de indenização.

- The Hives:

O compositor norte-americano Jason Shapiro acusou a banda The Hives (Suécia) por ter plagiado, na música Tick Tick Boom de seu álbum mais recente, o The Black and White Album (2007).

-Avril Lavigne:

Avril Lavigne, outra artista de fama mundial e que nada em rios de dinheiro,foi acusada de plágio por três vezes em seu último álbum (2007). As cantoras Peaches, Chantal Kreviazuk e o grupo The Rubinoos afirmaram que a artista canadense havia copiado suas músicas. Avril, como já é praxe, negou tudo.
(fonte: http://musica.terra.com.br/ )
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Idéias sobre documentários e cinema I

O texto abaixo faz parte de uma reflexão encardida que eu teci acerca da sétima arte (cinema) e do seu gênero documentário, e que agora disponibilizo para vocês. Desde já peço desculpas por qualquer “rebuscamento” indevido ou por alguma eventual incongruência nessa interpretação livre que me arrisquei a fazer após algumas gratificantes leituras. Vejam:

Como "tocar" a arte?

Definir uma forma de arte ou enquadra-la em padrões conceituais pode ser muito mais complicado do que se pensa. É uma tarefa nebulosa e de contornos fugidios. É como querer tanger uma forma de existência humana dentro de suas incongruências e incertezas. A arte é um conteúdo expressivo que os homens formularam para se reformular em um permanente exercício egocêntrico. E é esse egocentrismo que dota de intensa fugacidade os conteúdos de uma representação.

É notável que a objetividade ainda se esconda atrás de uma espessa recriação que remonta os cenários naturais do planeta em uma gama de elementos textuais inteligíveis. E essas informações nada mais são do que intenções comunicativas e imagéticas eminentemente subjetivas. Trata-se de uma nova paisagem virtual e, quase metalingüística. Um espectro da realidade que se transmuta na própria visão ou interpretação humana, em aparições nas quais prepondera o caráter emancipador do ser social criado pela humanidade.

Então, o que poderíamos falar do cinema? De maneira bem geral, dir-se-ia que o cinema é mais uma representação criativa e artística dos universos humanos. É o enquadramento e a encenação do homem feita pelo e para o homem. Um exercício de autocontemplação. Definir o cinema pela rigidez e como querer segurar o vento ou mesmo prever pensamentos. A sétima arte existe em cada ser humano de maneira diferente. Ela se concretiza sob perspectivas diversas, uma vez que se conforma à partir de nossas habilidades inteligentes ou, mesmo, de nossa capacidade sensível perante as diversas situações imagéticas, sonoras e multicores que a experiência terrestre revela.

O documentário

O gênero documentário, por exemplo, é uma reformulação cinematográfica. E como tal, mesmo querendo tratar de fatos reais, tem seu lado lúdico, de ficção e ilusionismo. No texto “O documentário: um percurso conceitual” de Ana Carina Bartolomeu pode-se perceber o quanto um gênero cinematográfico pode, naturalmente, ser difícil de definir. As idéias que tentam abranger o conceito de documentário, também se desenvolveram sob a luz de perspectivas diversificadas. E isso se deu (e se dá), justamente, pelo fato de que as formas de arte elaboradas pelo homem estão calcadas sobre o espírito de contemplação e apreciação de si mesmas e do mundo que os rodeiam. Assim, obviamente, o que se tem é uma abertura de margens reveladoras das diferentes interpretações do que seria uma forma própria de apreciar esteticamente o mundo. É como se a humanidade quisesse enquadrar uma de suas várias opções subjetivas e relativas de encarar a beleza: o belo como “virtual objeto”.

Segundo Ana Carina, o pensamento conceitual acerca do documentário flutuou basicamente em torno de três linhas básicas de entendimento. A primeira corrente, protagonizada pelo diretor soviético Dziga Vertov, encarava o documentário como a forma oposta dos filmes de ficção praticados em Hollywood. Nesse pensamento, Vertov e seus “seguidores” entendiam, que o olho da máquina era imparcial e que o filme deveria refletir a realidade como ela é, sem encenações ou criações dramáticas. Pensava-se, então, que o chamado filme-drama, praticado pela indústria de Hollywood, encobria a percepção das pessoas e que seria quase que um vilão no processo de apreensão da realidade.

O lado ficcional das criações cinematográficas era desprezado. Para essa corrente de entendimento, apenas a realidade deveria nortear a concepção fílmica. A câmera (ou o cine-olho) era uma maquina de documentação, capaz de elaborar uma cine-escritura dos acontecimentos planetários. Era a grande protagonista do comprometimento do cinema com o “estudo do fenômeno da vida que nos cerca”. Uma vida factual, concreta e, para eles, “consideravelmente mais elevada que os ocasionalmente divertidos jogos de bonecas que as pessoas chamam de teatro, cinema, etc.”. No entanto, esse entendimento mudaria...

Foto: hidden shine
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Wagner na tropa

Foi publicado hoje, na coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, que o ator Wagner Moura irá se tornar sócio (isso mesmo, sócio) do filme "Tropa de Elite 2". O filme que está com estreia prevista para o ano que vem, promete render uma grande bilheteria, uma vez que contará mais uma vez com o talento de Wagner (como protagonista), José Padilha (diretor) e Bráulio Mantovani (produtor).

Segundo a coluna da Mônica bergamo a segunda edição do filme irá tratar da corrupção entre os altos escalões da polícia carioca, mostrando o Capitão nascimento (personagem de Wagner Moura) já como secretário de segurança pública do Rio de Janeiro.

O certo é que o público brasileiro já aguarda ansioso pela continuação de um dos filmes mais bem sucedidos do cinema nacional. Desta vez, entretanto, os produtores garantem que o filme não vazará à pirataria. Nem mesmo serão realizadas as chamadas "pré-estreias" para o longa: a intenção é que o filme seja conhecido pelo público, primeiramente, dentro das salas de exibição e não nos camelôs e colunas de críticas...

Se o filme, porém, conseguir o mesmo sucesso da sua versão predecessora, com certeza Wagner Moura terá feito um ótimo investimento, uma vez que ele abocanhará uma parte dos rendementos da bilheteria do longa. Esperemos!
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Vídeos curiosos

A internet está cheia de coisas curiosas e engraçadas. Vejam esses vídeos que andam circulando pela Rede:

1)Esse rapaz aprenta ter uma incrível habilidade com bolinhas de ping pong. Será possível?



2) O bebê não gostou muito do sabor do limão:



3)Possuído? Garoto tem uma copiosa crise histérica:



O mundo é realmente incrível!
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Para não esquecer: as picaretagens de Macedo

Todos têm o direito de crer naquilo que traga conforto, felicidade. Católicos, evangélicos, espíritas, seguidores do candomblé, todos são, em sua maioria, pessoas de boa fé e bem intencionadas. Quem segue uma religião, muitas vezes busca alento para os sofrimentos e angústias que a vida social impõe. Que o “deus da sociedade” impõe. Afinal, como diria o velho Marx, “O sofrimento religioso é, a um único e mesmo tempo, a expressão do sofrimento real e um protesto contra o sofrimento real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração e a alma de condições desalmadas.”

As Igrejas (sejam elas de qual religião for) estão cheias de pessoas desse povo. De gente simples que realmente acredita na palavra daquele líder que ela elegeu com seu “guia espiritual”. Acreditam tanto que até deixam de lado um pouco da sua vida (e das suas suadas economias) para seguir as “fórmulas de salvação” que, para eles, são o caminho mais próximo de uma “paz” tão almejada.

Em busca de conforto, pessoas humildes passam a acreditar em figuras que se autodenominam “mensageiros de Cristo”. Ouvem suas pregações exaltadas, aceitam inúmeros preconceitos embutidos e (o mais importante) contribuem. E contribuindo eles montam, sem saber, muitos impérios de charlatanice e picaretagens.

No vídeo abaixo, você verá uma reportagem da TV Globo, na qual o “bispo” Edir Macedo dá uma palestra de como extorquir (essa é o termo) dinheiro dos fiéis. Nas palavras de Macedo o meu leitor com certeza perceberá que o que importa para Edir é ganhar. Não importa de quem, não importa como. Vejam:




Como o ópio, antevisto pela metáfora marxista, muitas “religiões”, deturpadas por interesses espúrios, anestesiam com palavras fortes e convincentes o nosso povo sofrido. Ao buscar alento numa igreja que promete “a salvação”, muitos da nossa gente “enchem as burras” de sujeitos que só querem as benesses de uma vida fácil.

Afinal, “ainda segundo Marx, a religião não é apenas uma superstição ou uma ilusão. Ela tem uma função social: DISTRAIR os oprimidos da realidade de sua opressão. Enquanto os explorados e espezinhados acreditarem que seus sofrimentos lhes granjearão liberdade e felicidade no futuro, estarão considerando a opressão como parte de uma ordem natural -- um fardo necessário e não uma coisa imposta pelos outros homens” (citação: http://www.geocities.com/Athens/4539/opiodopovo.htm).

Acreditando, pois, nesse “destino selado” muitos cerram os olhos para não enxergar o óbvio que brota das verdadeiras intenções desses “pastores”. Não aceitam que, em muitos casos, aqueles que se dizem portadores da “palavra sagrada” possam ser bandidos e enganadores da pior espécie.

Não estamos, aqui, criticando nenhuma forma de crença. Longe disso: ao lembrar desses fatos absurdos que mancham a trajetória de Edir Macedo, estamos gritando contra essa enganação escancarada. Contra essa agressão a um povo de boa fé. È preciso que se tomem providências para que golpes como esse não se proliferem ainda mais. É uma questão de justiça e de defesa da dignidade de milhões de pessoas.

Afinal, o império desses sujeitos não pode ser bom para nenhum deus...

Foto: Heresia
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Os "tranquilos mares" da fórmula 1

No início dos anos 2000 Michael Schumacher dominava a fórmula 1. Nessa época, era um “porre” assistir as corridas: os aficionados pela categoria até iam para frente da TV ou, mesmo, para os autódromos, mas, já sabiam o resultado antecipadamente: o alemão e a Ferrari venceriam mais uma vez...

Isso tornou a F1 maçante, chata. Ninguém mais aguentava ver, em todas as corridas, um jogo de cartas marcadas, no qual a poderosa Ferrari era imbatível, inalcançável. Simplesmente a fórmula 1 começou a perder sua emoção: ultrapassagens (como a antológica manobra de Piquet contra Senna) e as disputas acirradas entre dois ou mais pilotos na categoria simplesmente desapareceram. Os treinos classificatórios eram inócuos, pois sempre a Ferrari e, em algumas vezes, a McLaren, estariam nas primeiras posições...

Tudo levava a crer que, na F1, o que determinava a vitória ou a derrota eram as capacidades financeiras e técnicas da equipe e do carro. O piloto, o fator humano, até poderia contribuir, mas, era (ou parecia ser) coadjuvante. Vendo isso, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) começou a se atentar para o “foco” de todo aquele tédio que se abria sob os pés da principal e mais rica categoria automobilística do mundo. Uma coisa, então, se tornou certa: não dava para deixar como estava!

Em 2008 a F1, finalmente, promove uma série de mudanças (confira todas elas aqui) em suas regras. Aboliu-se, por exemplo, o controle de tração do carro. Isso deu maior importância à atuação e influência do piloto. Mudaram-se, também, as regras para o treino classificatório e para a corrida, o que fez com que a antes chata confirmação de superioridade da Ferrari e da McLaren, se tornasse em uma “soma de fatores” mais interessantes. Tentou-se minimizar, então, os “desníveis” que haviam entre um equipamento e outro dentro da categoria... No final das contas, na temporada de 2008, a Fórmula 1 se apresentou com uma nova roupagem, e isso foi muito bom.

Como resultado, depois de anos sem emoção quase nenhuma, a F1 viu um campeonato espetacular: até última corrida, Lewis Hamilton e Felipe Massa, lembrando, até, os tempos de Prost e Senna, duelaram de igual para igual. E no último GP do ano (o do Brasil), Hamilton, para a tristeza dos brasileiros, se sagrou campeão com apenas um ponto de diferença para Massa. Naquele momento, muitos pensaram: a emoção renasceu.

No entanto, o monopólio da Ferrari e da McLaren continuava. Mais uma vez a FIA resolve mudar as regras do jogo. Só que desta vez ela coloca o dedo bem no centro da ferida: mexe na estrutura dos carros. Com o pretexto de facilitar as “ultrapassagens” a FIA então monta um carro dotado de um modelo completamente alterado. Para reduzir a diferença de tempo entre os carros e tornar, teoricamente, a categoria mais competitiva, foram implementadas as seguintes alterações:

1) A asa traseira ficou mais estreita, com 75 mm em vez de 150 mm e maior com 1800 mm em vez de 1400 mm.. Tendo apenas uma asa pequena para diminuir seu atrito e influência na corrente de ar.

2) A asa dianteira foi aumentada e ganhou ângulo de ataque ajustável pelo piloto, que apertará um botão no volante para regular a variação da asa (em até 6º no total). Porém essa operação o poderá ser realizada no máximo 2 vezes por volta;

3) Todos os aparatos e penduricalhos que se viam no ano de 2008 (defletores, chaminés, bigornas, orelhas de dumbo, orelhas de coelho, chifres) foram banidos;

4) Os Pneus Slicks passaram a ser novamente utilizados, após 12 anos fora da F1. O motivo era uma tentativa de suprir a perda de pressão aerodinâmica com maior aderência à pista.

5) os carros ganharam a possibilidade de se equipar com o polêmico sistema KERS, que basicamente consiste em recuperação de energia cinética para dar maior potência ao veículo através de um propulsor. (fonte: Blog F1-V8 e Oficina de dicas).

Em suma, muitas alterações foram implementadas para que a Fórmula 1 não tivesse mais um aspecto monopolista e anticompetitivo. Com carros alterados, se esperava um campeonato mais acirrado, brigado. No entanto, o tiro foi no pé. Ao invés de dar mais competitividade e, consequentemente, atrair mais espectadores e investimentos, a FIA criou mais um “privilégio exclusivo” nas corridas da categoria. A Brown GP (antiga Honda), agora é quem domina o sucesso na F1. Seu piloto Jason Button venceu nada mais nada menos que 6 corridas em sete disputadas. Sendo que em todas chegou ao pódio. Hoje o piloto inglês tem uma vantagem para a segundo colocado (Rubens Barrichelo, também da Brown) de 26 pontos.

Em outras palavras, mais uma vez a categoria ganhou aquele velho ar “schumacheriano” de jogo marcado. E, hoje, Button já está com o campeonato quase nas mãos. A categoria se tornou chata novamente, e a Brown GP atualmente faz o papel de uma nova Ferrari ou McLaren. Tudo isso faz com que o campeonato perca espectadores e investimentos. Tanto é que o dono dos direitos comerciais da F1, afirmou, conforme publicado na Folha Online, que o domínio da equipe Brown e de Button é “prejudicial” à categoria. "Obviamente é muito bom para ele, mas não é bom para o espetáculo e para o campeonato. Você gosta de ver a superestrela fazendo bem o seu trabalho, mas espero que haja um pouco mais de desafio para ele. Talvez chegue logo. Com dois abandonos, as coisas mudam", disse o dirigente.

O problema é que nada está levando a crer que Button tenha alguma dificuldade para se sagrar campeão em 2009. A Brown GP parece cada vez mais afinada para levar o campeonato, e Rubinho, o segundo piloto, parece não ter forças para duelar com o líder. Eu não apostaria em reviravoltas. Não no mar tranquilo do jogo chamado Fórmula 1...
Foto: alordelo
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A revolução Internet: "Megacubo", mais um horizonte


A internet talvez tenha na liberdade a sua característca mais marcante. Sem a "imposição" de muitas das barreiras que fazem do sistema capitalista um conglomerados de privilégios e elitismos, a Rede vem criando espaços de livre veiculação e produção de conhecimento e cultura. Todos, mesmo sem querer ou saber, estamos envolvidos na "revolução Internet". A Web é o grande universo comunicativo que se avoluma para todas as formas de mídia. Nós, que participamos dessa evolução, temos, portanto, que aproveitar e incentivar esse "espírito libertário" e suas possibilidades.

O programa "Megacubo" é uma ferramenta onde se aglutinam diferentes canais abertos e fechados de Tv e rádio de vários países do mundo. Fazendo uso da tecnologia streaming, o software disponibiliza seus serviços gratuitamente: filmes, séries, noticários e outros programas que antes só se tinha acesso via "tv por assinatura" agora se encotram de graça e juntos por meio dessa poderosa ferramenta que lhes aprsento neste post.

Edenílson Lisboa, um dos desenvolovedores do programa, em entrevista publicada no fórum virtual "Meus downloads", cita diversas potencialidades do "Megacubo": "um dos pontos fortes do programa é o seu sistema de audiência. Através dele pode-se saber quais os canais que estão sendo mais assistidos em tempo real. Outro ponto forte é que o MegaCubo reúne nele suporte a diferentes tecnologias, como Windows Media, Real Player, Quicktime, SopCast, TVU Player, Mogulus e muitos outros. Dessa forma, o programa consegue ter uma lista de canais mais variada, oferecendo mais alternativas de canais brasileiros com fácil acesso", disse Lisboa.

Realmente, o "Megacubo" tem uma proposta bastante interessante. Através das tecnologias de Tv pela Web, ele coloca à nossa disposição os canais que sempre quisemos ver e ouvir e nunca tivemos como custear. Vale a pena conferir a esse novo horiznte que é a WebTV. E o "Megacubo" será, com certeza , um grande aliado nessa "jornada". Aproveitem.

Baixem Aqui o seu Megacubo!

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Ao mundo...

Meu amigo "Clonão" me enviou este vídeo. Apreciem a "inventividade"...
Stand by me:

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Mundo, curioso mundo...

Parece brincadeira, mas as notícias abaixo estamparam os noticiários nacionais e internacionais nos últimos dias.

Eu nem imaginava que existisse (ou que as pessoas pudessem escrever) fatos sobre tantas coisas curiosas assim e em tão pouco tempo. Mas, depois de pesquisar fiquei pasmo com as coisas que aparecem escritas em grandes jornais por aí. Vejam estes exemplos (todos os textos foram publicados pelos meios de comunicação citados):

1. PORTAL ÚLTIMO SEGUNDO:

"General Franco tinha apenas um testículo, diz livro"

-"Um livro lançado na Espanha alega que o ex-chefe de Estado espanhol general Francisco Franco tinha apenas um testículo. Segundo declarações feitas pela neta do médico de Franco ao autor do livro, o historiador José Maria Zavala, Franco teria perdido um testículo em consequência de ferimentos contraídos em batalha."

"Australiano quer doar pele tatuada para museu".

"O australiano Geoffrey Ostling, de 62 anos, quer doar a própria pele tatuada a um museu ou galeria de arte no país quando morrer. O professor de história aposentado começou a tatuar o corpo aos 42 anos, e considera as 62 tatuagens espalhadas pelo corpo 'uma obra de arte'."

"Americana deu à luz gêmeos de pais diferentes"

"Testes de DNA revelaram que os filhos gêmeos nascidos de uma mulher nos Estados Unidos há quase um ano são de pais diferentes.
Segundo informações da rede de TV americana Fox 4, Mia Washington, de Dallas, engravidou do namorado James Harrison, e também de um outro homem, cuja identidade não foi revelada."


- Grávida de 66 anos diz que 'idade não é problema'

"Uma empresária britânica que engravidou aos 66 anos de idade e está prestes a se tornar a mulher mais velha do país a dar à luz disse que não tem que defender sua posição. Elizabeth Adeney, do condado de Suffolk, está grávida de oito meses depois de ter passado por tratamento de fertilização in vitro na Ucrânia, segundo informações do jornal Sunday Mirror".

2. FOLHA ONLINE

- "Passeata dos "Sem Namorados" reúne 3 mil em SP"

-"Taiwanês bebe demais e morre no dia do próprio casamento"

"Um noivo taiwanês, identificado apenas pelo sobrenome Wu, morreu no dia do próprio casamento após beber muita cerveja e vinho na festa..."

- "Garota britânica desperta de coma cantando música do grupo Abba"

"Uma menina britânica surpreendeu os médicos ao despertar do estado de coma em que estava há cinco dias cantando "Mamma Mia!", do grupo sueco Abba. A canção é a preferida de Layla Towsey, de apenas 3 anos."

3. G1.Com:

- "Universidade investiga se alunos de veterinária maltrataram gambá"


- "Mãe comilona devora 23 dúzias de mariscos em 6 minutos"


Juliet Lee bateu recorde em competição em Long Island (EUA).'Eu provavelmente poderia comer mais uma dúzia', afirmou ela.


- "Carteira de motorista com sorriso é proibida em regiões dos EUA"


- "Aposentado pode ser condenado por reparar buraco em asfalto"


'Estava fazendo um favor para eles', disse James Stacy, de 81 anos.Policial notificou idoso porque ele teria destruído o asfalto da rua.


-"Americano é preso ao dirigir apenas de calcinha e meia-calça"



Foto: http://www.flickr.com/photos/bibi/142476427/

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Mais comum do que a gente pensa...















Depois das bizarras revelações (divulgadas, inclusive, aqui no incomode-se) da proliferação das organizações nazistas no país, mais uma vez, deparamo-nos tristemente com novos e fortes indícios da presença da cultura hitlerista nas altas classes sociais do nosso país. Desta vez, o local do culto ao legado do "genocida alemão" foi realizado numa festa que comemorava os 60 anos da empresa Adidas no bairro da Gávea no Rio de Janeiro..

Na festa estavam presentes diversas personalidades da "sociedade" carioca. No entanto, alguns convidados (cerca de 15 pessoas, mais precisamente), ao perceber que o local da festa estava decorado com um “mobiliário nazista”, deixaram o local indignados. Dentre os convidados que deixaram a confraternização, estavam os atores Michel Melamed e Thalma de Freitas. Inclusive, no blog no Melamed foram publicadas fotos da decoração da festinha (veja acima).

Muita polêmica e discussão foi gerada em torno do caso. Diversas pesoas afirmavam que tudo não passara de um terrível engano. No entanto, o mais triste e sintomático é que, no blog do Michel Melamed, após a publicação das fotos da "decoração nazista", vários comentários de leitores se mostraram hitleristas (mesmo que inconscientemente) e preconceituosos. Vejam esses exemplos:

“Estes dois afeminados deveriam ir atrás de macho em vez de ficar filando festa, comeram beberam de graça e saem falando mal, coisa de bicha e judeu troxa”.

“Cambada de Judeu Otário! Vivem com esse discursinho de vitimas e se esquecem do que andam fazendo lá com a Palestina...”

“Qual o problema de se ter suasticas na piscina ou quadros com suasticas no bar se nos temos um analfabeto governando o nosso pais, se temos ex-guerrilheiros atuando no mais alto escalao do governo... deixem de ser hipocritas...”

A Adidas, por sua vez (só para variar), negou ter conhecimento da flagrante alusão à cultura nazista. Disse desconhecer qualquer intenção nesse sentido.

Conforme publicado no jornal Estado de São Paulo, “A casa pertence ao advogado Luiz Fernando Penna e é alugada para eventos - serviu de locação, por exemplo, para o filme Meu Nome Não é Johnny.”

Mesmo assim, o que podemos perceber é que a cultura nazista está mais presente no Brasil do podemos imaginar. No nosso país também se proliferam os ditos “adoradores de Hitler”, e isso é fato. È impressionante como essa página deplorável da nossa história não consegue ser virada. O anti-semitismo está cada vez mais forte na Europa e, em paises latinos e miscigenados, absurdamente, a mesma cultura se implanta de maneira veloz.

Por enquanto, esses grupos de intolerância estão escondidos. São minoria. Mas, se providências duras não forem tomadas, consequências graves poderão advir desses comportamentos deturpados. Judeus, negros, latinos, homossexuais, etc. já pagam a conta na Europa pela falta de controle legal a essas tendências neonazistas. Aqui esperamos que os olhos sejam abertos. Afinal, fatos pequenos como o aparecimento de “coleções nazistas” em festas de grandes empresas podem esconder muito mais do que aparentam.

Mais uma vez o incomode-se afirma seu repúdio a qualquer forma de apoio á cultura nazista. Chega de mortes e preconceitos praticados por motivos torpes. É importante que a nossa revolta se faça ouvir para que essa proliferação absurda seja coibida.
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Google Friend Connect: a faca de dois gumes


Inegavelmente o Google friend connect (o qual chamaremos aqui de GFC) é uma ferramenta valiosa para muitos blogs: ele permite que acompanhemos nossas páginas favoritas no momento em que são atualizadas, mostrando nossos rostos e, ao mesmo tempo, fazendo uma divulgação da nossa própria página. Ele pode, ainda, encurtar relações entre blogueiros fazendo com que a blogosfera se aproxime (pelo menos em teoria) e passe a ser uma grande comunidade interligada. Sem contar que, para o ego do blogueiro, é ótimo ver que pessoas assumem de "peito aberto" que gostam dos posts e da página em si, o que não deixa de tornar o GFC, também, uma ferramenta de marketing e de auto-estímulo.

Conforme definição encontrada no fique-rico.com “O Google Friend Connect é basicamente uma mistura entre o MyblogLog e uma rede social, que tem como objetivo tornar o seu website ou blog mais atrativo, envolvendo os utilizadores em torno dos seus conteúdos, dos seus contatos e também de várias aplicações que tornam a comunicação com o seu blog em algo bastante mais interessante. O objetivo do Google Friend Connect é aumentar indiretamente o volume de tráfego do seu blog, através dessa exposição e interatividade”.

Tudo bem. Todos nós concordamos com essas funcionalidades do GFC. Mas, ele é uma “faca de dois gumes” (alguns chavões nunca são superados) e pode trazer um problema bastante sério para a sua página quando ela é carregada pelo Internert Explorer (outros navegadores, como o Mozilla, não apresentam o problema): o “famigerado” aviso “ “O Internet Explorer não pode abrir o site da Internet http://seublog.blogspot.com . Operação Anulada”.

O fato é que quando isso aconteceu comigo entrei em completo parafuso, sem saber qual o motivo do problema. Como qualquer blogueiro, saí freneticamente pesquisando, à cata de explicações. E não foram poucas as que encontrei. Vejam:

1) “Isso ocorre quando existe algum código JavaScript modificando o DOM antes do término do carregamento da página” – han?

2) “A maneira mais fácil de corrigir o problema é atualizar para o Internet Explorer 8” – Ta bom. Vá falar isso para os meus leitores!

3) “O erro, no meu caso [no caso dele], estava em um plug in do skype chamado skype add-on, foi só desabilita-lo e tudo funcionou, mas depois para tudo ficar mais ok ainda, desinstalei o skype usando o revo uninstaller e instalei de novo e o erro desapareceu, mesmo com o plug in ativado...”

Ou seja, toda a minha pesquisa estava gerando um nó gigantesco no meu entendimento. As explicações eram as mais diversas e desencontradas. Os fóruns pareciam desconhecer o problema e o suporte do Blogger simplesmente não respondia.

Não conseguia me concentrar nas postagens e só queria resolver o problema que estava, com absoluta certeza, impedindo o acesso da maior parte dos meus leitores que, ainda hoje, usam o Internet Explorer.

Foi então que veio a luz! Depois de tudo tentar, comecei a observar minuciosamente o carregamento da minha página. Percebi que todos os meus “gadgets” carregavam normalmente até que chegava a vez do nosso amigo Google Friend Connect. Pronto, à vez do GFC o carregamento travava, aparecia a mensagem de anulação da operação e blog era redirecionado para uma página de erro interno.

Comecei, então, a pensar que o erro se encontrava no “gadget” GFC. Desabilitei-o e não deu outra: tudo voltou ao normal. O Internet Explorer (em todas as suas versões, diga-se de passagem) voltou a rodar meu blog naturalmente. Obviamente que perdi a funcionalidade do GFC, mas, recuperei o movimento de leitores na minha página - dos males o menor.

Inclusive, descobri que muitos internautas donos de websites e blogs estavam com o mesmo problema que eu. Se algum deles apareceu aqui em busca de soluções, eu digo qual foi a minha: desabilitar o Google Friend Connect. Essa é a melhor e mais rápida atitude a se tomar. Uma vez que, nenhuma página pode prescindir dos seus leitores e, muitas pessoas não são experts em informática.

È sim uma dica de leigo para leigo. Mas, funcionou comigo.

***

Aproveito esse post também para pedir desculpa aos amigos que estavam seguindo esse blog e tinha seus rostos no meu GFC. Espero que vocês continuem a ler meus textos e a comentar o que lhes instigar. Da minha parte, prometo que vou tentar trazer o GFC de volta. Mas, se não conseguir foi porque optei ficar com a companhia de todos vocês...

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